A direção do SINTESPO participou nesta quinta-feira, 7, de uma reunião em Curitiba com representantes de instituições ligadas ao Fórum das Entidades Sindicais (FES) para uma avaliação sobre o momento político no Paraná e no Brasil e como trabalhar para garantir os direitos dos servidores públicos.

No começo de janeiro, o FES solicitou uma reunião com a Secretaria de Estado de Gestão Pública, que tem à frente Reinhold Stephanes, para abordar a pauta do funcionalismo público. São cinco eixos principais de cobrança pela defesa do serviço público que são: data-base, modelo de saúde, atendimento da perícia, mudanças ocorridas nos últimos governos na Paranaprevidência e as práticas antissindicais.

“Fizemos uma análise de conjuntura sobre os rumos das nossas ações como sindicatos de servidores públicos do Estado, principalmente em relação ao novo governo que assumiu o Paraná. Traçamos a estratégia para lutar pela data base, pois não há reajuste há mais de três anos dos salários e também elaboramos um planejamento para abordar governo e Legislativo no sentido de impedir o desmonte do Paranaprevidência”, disse o vice-presidente do Sintespo Roberto Rodrigues.

Para o secretário-geral, José Luiz Rocha, é preciso união da categoria para que não ocorram mais retrocessos. “O importante é que os sindicatos estão trabalhando juntos para garantir que o governo pague a dívida que tem com o funcionalismo, concedendo a data base”, disse.

De acordo com números divulgados pelo FES, as perdas nos salários são significativas. “De data-base temos um acumulado de dívida de 11,53%, até dezembro de 2018, e temos uma nova data-base de maio deste ano que deve ficar entre 3,5 e 4%”, aponta a coordenadora do FES, Marley Fernandes.

Na avaliação do presidente do SINTESPO, Plauto Coelho, esse ano será de muito trabalho na articulação junto ao governo. “A nova diretoria está unida e temos procurado sempre participar das reuniões do FES para juntar esforços e lutar pelos direitos da nossa categoria. O SINTESPO tem uma grande representação no conjunto dos sindicatos das universidades estaduais”, disse.

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