A direção do SINTESPO participou nos últimos dias 11 e 12 de fevereiro do planejamento realizado pelo Fórum das Entidades Sindicais (FES) em Curitiba, representada pelo diretor de Patrimônio, Pedro Blasczak.

Durante o encontro, o representante do SINTESPO e participantes de todas as regiões do Paraná definiram atuar em frentes específicas como defesas do serviço público e das liberdades democráticas e atuação para unidade da classe trabalhadora do Estado.

Dentro da linha de defesa do serviço público, foram definidas ações para a campanha salarial que se aproxima (data base) e da pauta de reivindicações, como melhores condições de trabalho, previdência, concursos públicos e práticas antissindicais. Temas como saúde do trabalhador, campanhas de valorização do serviço público e ações diversas como assembleias regionais e audiências públicas também foram sistematizados.

Sobre a defesa das liberdades democráticas, foi definido que haverá criação de frentes plurissindicais, denúncias sobre ações antidemocráticas dos governos, acompanhamento das ações governamentais e campanhas de sindicalização.

Para colaborar com a unidade da classe trabalhadora, foram analisadas propostas na direção de participar da Greve Geral do Serviço Público que deve acontecer em 18 de março, além da participação em coletivos de sindicatos públicos que unam servidores municipais, estaduais e federais.

“Foi um momento muito importante para a luta geral dos servidores do Estado, mas também muito rico para definir nossas ações em relação à UEPG. Será um ano de muito trabalho, pois o governo do Estado tem atacado em várias frentes os nossos direitos e nossa impressão é que isso pode se acirrar em 2020. Estamos atentos e vamos continuar lutando em defesa dos nossos servidores”, disse Pedro Blasczak.

Para o presidente do SINTESPO, Plauto Coelho, o momento requer todo empenho da direção do sindicato. “Estamos focados e unidos. Temos muita confiança nos nossos diretores e em nossos colaboradores. Como sempre, o SINTESPO estará na linha de frente para defender os nossos trabalhadores contra qualquer retrocesso”.

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