A Assembleia Geral do SINTESPO convocada para a manhã desta quarta-feira, 17, vai discutir o indiciativo de greve aprovado pelo Fórum das Entidades Sindicais para o próximo dia 29 de abril, quando é rememorado o massacre sofrido pelos servidores em frente à Assembleia Legislativa em 2015.

Além da mobilização marcar a data, a greve também é uma resposta à lentidão do governo em tratar das reivindicações do funcionalismo público estadual e um protesto contra a decisão do governador Ratinho em não pagar a data base, da mesma maneira que fez seu antecessor, Beto Richa.

Não podemos simplesmente nos calar diante de tanto descaso com os servidores. Ao mesmo tempo que o governo diz que as contas estão em dia, quando fala em pagar o que nos deve o discurso é outro. Ao que parece, Ratinho está seguindo a mesma cartilha que Richa, apesar do discurso conciliador”, disse o presidente do SINTESPO, Plauto Coelho.

As perdas se acumulam há mais de três anos e já chegam a 16%. Não é razoável que a força que conduz os serviços públicos do Estado, que é o trabalhador, fique à deriva, sem reajuste e sequer um indicativo de quando isso será pago”, ressalta o vice-presidente, Roberto Rodrigues.

A Assembleia Geral que vai definir se os servidores da UEPG entrarão em greve acontece a partir das 8h30, com segunda chamada às 9 horas, nesta quarta, 17 de abril. “É essencial a presença de todos para que o movimento tenha o impacto necessário. Somente com a união dos servidores é possível pressionar o governo para que pague a data base e atenda a todas nossas reivindicações”, diz Plauto.

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