As 12 servidoras que trabalham na produção diária de mais de 1200 refeições não conseguem mais dar conta de atender todos os funcionários e estudantes que passam pelo Restaurante Universitário (R.U.) do Colégio Agrícola.

A enorme quantidade de refeições produzida por um número reduzido de pessoas, a falta de ventilação e de exaustores na cozinha que atinge altas temperaturas, além do desconforto de trabalhar horas em várias funções, tem prejudicado a rotina de vida e de trabalho das servidoras.

“Quando não temos mais comida para servir somos desrespeitadas por algo que não é nossa culpa, estamos no limite”, explica uma das servidoras. “Notem a quantidade de comida que preparamos para o almoço e quantas pessoas estão fazendo isso”, relata outra, que atenta para o tempo levado na troca de torneiras, motores de máquinas, entre outras manutenções que levam meses para serem feitas e afetam diretamente as funções no R.U.

Existe a promessa de contratação de novos funcionários concursados desde 2013, mas enquanto isso não acontece as servidoras buscam atender a demanda da forma que podem.

O SINTESPO, em reunião com as filiadas, na quinta-feira (24), ouviu todas as reivindicações e necessidades que as trabalhadoras tem, para buscar junto a administração da UEPG solucionar os problemas o mais rápido possível.

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O SINTESPO é um sindicato misto que defende e luta pelos direitos dos trabalhadores públicos da Universidade Estadual de Ponta Grossa

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